O desconto anunciado não revela sozinho se existe uma boa oportunidade. Matrícula, edital, ocupação, dívidas, processo e custo de desocupação precisam entrar na análise.
Descubra a origem do leilão
Leilão judicial e extrajudicial não devem ser tratados como operações idênticas.
Leia a matrícula e o edital
A matrícula revela registros relevantes; o edital disciplina as condições da aquisição. Um não substitui o outro.
Descubra se o imóvel está ocupado
Comprar o imóvel não significa necessariamente receber a posse física imediatamente.
Investigue dívidas e processo
Condomínio, tributos, obrigações previstas no edital e, no leilão judicial, o processo devem ser examinados.
Calcule o custo total
Lance, comissão, tributos, reforma, regularização, desocupação e custo do capital precisam entrar na conta.
Faça due diligence antes do lance
Depois da arrematação, riscos que poderiam ser analisados podem se transformar em problemas do adquirente.
Perguntas frequentes
Comprar imóvel ocupado em leilão em São Paulo é arriscado?
A ocupação aumenta a complexidade e deve ser precificada.
Matrícula limpa significa compra segura?
Não necessariamente.
Desconto de 40% significa lucro de 40%?
Não. O custo econômico total precisa ser calculado.
Sobre o autor
Lucas Rafael Sampaio — OAB/BA 25.781 é advogado com atuação concentrada em Direito Imobiliário há quase duas décadas. Pós-graduado em Direito Imobiliário e Direito do Estado, foi Juiz Leigo do Tribunal de Justiça da Bahia e professor de Direito em instituições de ensino superior. Atua em negócios e questões envolvendo imóveis urbanos e rurais, contratos, incorporações, regularização patrimonial, due diligence, posse, propriedade e litígios imobiliários.
Lucas Rafael Sampaio Advogados — Salvador e São Paulo | Atuação em demandas imobiliárias em todo o Brasil
Site: lucasrafaelsampaio.com.br
Instagram: @lucasrafaelsampaio
Conteúdo de caráter informativo. A solução jurídica depende das circunstâncias e dos documentos de cada caso.